segunda-feira, 6 de maio de 2013











Ser para ter, ou ter para ser

Quem é você meu amigo,
É tudo que acumulou?
São seus bens, seus títulos,
A fama que conquistou?
Ou é apenas o ser livre,
Do jeito que aqui chegou?

Não somos o nosso nome,
Nem fortuna acumulada.
Pergunto-te meu amigo:
E o ser que não tem nada?
Qual é o valor deste ser
Ou ele não vale nada?

O valor do ser humano
Está em suas conquistas,
Pensando num bem maior,
Conquistas construtivistas,
Não meras futilidades,
Projetos fúteis e egoístas.

Então meu querido amigo,
Preste bastante atenção:
Tu és maior do que pensas,
És a coroa da criação!
Porém não é uma gota,
Mais que o seu pobre irmão!

Cleusa Santo
04.05.2013

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